Governo do Estado do Ceará e Enel
apresentam

13ª edição

Com temática na superação, a Bienal Internacional de Dança do Ceará acontece de 9 a 19 de dezembro/2021 em Fortaleza, Itapipoca, Paracuru e Trairi.

A abertura oficial será em Fortaleza, no dia 9 às 19 horas, no Cineteatro São Luiz. Após a solenidade, a Bienal traz novamente aos palcos cearenses o Balé da Cidade de São Paulo, que há mais de 15 anos não dança nos palcos da Bienal.

NOS PALCOS, PRAÇAS E NAS ALTURAS

Rachid Ouramdane

Para esta edição, ele traz um dos trabalhos mais midiáticos dos últimos anos, “Les Traceurs”, no qual o artista/atleta francês Nathan Paulin desafia limites caminhando em uma fita de slackline nas alturas.

Yann Marussich

O suíço retorna à Bienal de Dança trazendo alguns trabalhos performáticos de seu repertório, “Bain Brisé”, de 2010, “Blanc”, de 2015, “AGOKWA”, de 2016, e “Pot-Pourri”, de 2021.

Eduardo Fukushima

O criador e intérprete paulista regressa à Bienal para apresentar seu aclamado trabalho “Homem Torto”.

Luiz Fernando Bongiovanni

Inventário de Belezas” é uma criação do coreógrafo convidado Luiz Fernando Bongiovanni, apresentado pela Paracuru Cia de Dança, com direção de Flávio Sampaio. Este trabalho é resultado dos Percursos de Criação.

Fabrice Ramalingom

My (Petit) Pogo”, é a adaptação cearense da obra de maior circulação na França da Cie. R.A.M.a., do coreógrafo Fabrice Ramalingom, fruto de intercâmbio com a Carnaúba Criações, do Ceará.

Gerson Moreno

Com direção de Gerson Moreno, a Cia Balé Baião homenageia Paulo Freire, com o espetáculo “Dançar Paulo Freire”, trabalho inédito que terá sua estreia na Bienal de Dança.

Outras companhias e artistas criadores cearenses também estão nesta edição da Bienal. Entre eles, a Silvia Moura, No Barraco da Constância tem! (“Delirantes e Malsãs”),  Maria Epinefrina e Wellington Fonseca (o infantil “Saori e Anahí”), Andréia Pires (“Zabumba”), Rosa Primo e Luís Alexandre, Rafael Abreu (“Ritos de Passagem”), João Paulo Lima (“Devotees”).